A imagem do cãozinho Orelha, envolto em um pano e cercado por mãos humanas em gesto de despedida, carrega uma reflexão dura e necessária para a sociedade brasileira. Ela simboliza o luto, mas também denuncia o fracasso coletivo na proteção da vida mais vulnerável.
Quando adolescentes cometem tamanha violência contra um ser indefeso, não estamos diante de um ato isolado, mas do reflexo de uma sociedade que falha na educação, na formação de valores e na responsabilização. A crueldade contra animais não nasce do nada: ela é um alerta de desumanização precoce e de uma violência que vem sendo naturalizada e relativizada.
O silêncio, a omissão e a tentativa de minimizar esse crime reforçam a sensação de impunidade e abrem espaço para que atos ainda mais graves se repitam. Orelha não é apenas um cão; ele se tornou símbolo de um sistema que falha em proteger, educar e punir dentro da lei.
Defender justiça para Orelha é defender uma sociedade que valoriza a vida, que não aceita a barbárie como algo normal e que entende que quem aprende a ferir um animal indefeso pode, amanhã, banalizar a dor humana.
Você acredita que casos como o de Orelha podem ajudar a transformar a educação e a conscientização sobre o respeito à vida?
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